Posts arquivados em ‘Historinha’

4.10
2009
237 palavras, 6 comentários. Arquivado em Blog, Historinha

Sinopse: Conta a história de uma adolescente que se vê apaixonada por dois irmãos vampiros – um bom e um mau – que estão em guerra pela alma dela e de seus amigos, familiares e outros residentes da cidadela que eles vivem.

Tenho acompanhado essa série desde o começo (há umas semanas atrás), mas não tive a oportunidade de ler os livros. A princípio a história parece ser interessante e cheia de mistérios, mas ainda não me “prendeu” totalmente. Para quem gosta de histórias de vampiro eu recomendo!

Fonte: diariosdevampiro.com

Como mencionei no post anterior, não tenho mais inspiração para escrever loongos posts, com pensamentos profundos e desabafos poéticos. Utilizando o archive.org consegui acessar meus antigos blogs que estão desativados. Aqui está um pedacinho de um dos blogs falecidos:

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16.03
2009
390 palavras, 8 comentários. Arquivado em Historinha

- Bom dia – cumprimentou A depois de um beijo molhado na bocheca dela e antes de deixar o quarto fechando a porta atrás de si.
Se sentiria muito mais feliz (ou seria menos infeliz?) se a raiva não insistisse em se manter em contato direto com seu estômago. Para cada impeto, o organismo responde com uma nausea. – observou V. Porque o cérebro simplesmente não mantem um contato direto (e mais curto) com as glandulas lacrimais? – questionou-se ela antes do sono envolvê-la novamente.
***

Por mais que lutasse para não pensar na causa do mal-estar e na decepção por ter acreditado em promessa de homem que ela mesma sabia que mais ou cedo mais tarde seria quebrada, não conseguia parar de pensar no tamanho do seu esforço para tentar fingir que estava tudo bem. Sentia nojo de si mesma, por ser tão…(feia? puta?) e sentia nojo dele por ser tão…(hipócrita?). Lembrou-se o quanto odeia a forma como ele se defende: sendo grosso – e uma lágrima quente brotou no canto do olho esquerdo.
Dizem que a melhor defesa é o ataque, não? – perguntou-se enquanto mastigava um pedaço de chocolate e entregava a outra metade delicadamente na boca de A.
***

Encostada nos azulejos frios do banheiro e encarando o peito nu e cabeludo de A, V se pergunta se foi sempre assim. “Qual a profundidade da sua verdade?” ou “O quão transparentes são suas palavras e atitudes?” As palavras ecoaram tão alto que por um momento pensou que ele pudesse ter ouvido seu conflito interno.
- Que isso? – perguntou ele de repente, com um meio sorriso.
- A parede tá fria. É bom. – respondeu ela assustada com a pergunta repentina e interrompendo a discussão interna.
***

Olhando as luzes passando rápido pela janela do ônibus, V se questiona se um dia conseguirá entender ou conviver com esse tipo de coisa sem ter raiva, ciume ou decepção despertados. Por enquanto ela vai convivendo com as naúseas.

…continua (ou não).

Nota: Essa história é real no momento (e trechos) em que precisa ser. Nomes e objetos podem ser mera coincidência.

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